Decolonizar as infâncias: as vozes das crianças como perspectivas outras
Coordenação
- Luciana HartmannPPGCEN-UnB, Imagens e(m) Cena-UnB e Rede Infâncias Protagonistas
- Fátima VidalFE-UnB e Semillero Brasil
- Aline Seabra de OliveiraPPGCEN-UnB e SEEDF
- Ana Maria AraújoSEEDF
- Débora Cristina Sales da Cruz VieiraSEEDF, Imagens e(m) Cena-UnB e Rede Infâncias Protagonistas
- Cecilia Alba VillalobosUNACH-REIR
- Emma Fabiola Díaz GutiérrezBenemérita Universidad Autónoma de Chiapas - UNACH, Red Latinoamericana de Investigación y Reflexión con niños, niñas y Jóvenes - Red REIR
Convidadas e convidados especiais
Kathia Núñez Patiño
UNACH/REIR-México
Descrição
O conversatório tem como objetivo constituir-se como um espaço de diálogo e reflexão sobre o protagonismo estético, político e epistêmico das crianças nos diversos espaços sociais que ocupam, bem como sobre os discursos narrativos por elas agenciados. Para tanto, pretendemos fomentar a troca de experiências entre pesquisadores e pesquisadoras, professoras e professores, além de outros profissionais de distintas áreas do conhecimento interessados nas temáticas das crianças e das infâncias.
O conversatório será um espaço de interlocução acerca de distintas práticas decolonizadoras, como as artístico-pedagógicas realizadas com e por crianças nos ambientes formais de educação, bem como práticas desenvolvidas com e por crianças investigadoras, migrantes e refugiadas e pertencentes a comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas. Um dos diferenciais da abordagem com crianças migrantes e refugiadas é o reconhecimento de seu papel nos processos migratórios, por meio da escuta de suas narrativas e da valorização de seus saberes, especialmente por intermédio das linguagens artísticas.
Partimos da premissa de que crianças e jovens imigrantes, que frequentemente já protagonizam processos de integração de suas famílias nos países de destino, podem contribuir de maneira ativa para o debate sobre políticas educacionais que garantam o acesso pleno à escola. Ademais, consideramos que as práticas comunitárias indígenas não constituem apenas alternativas para a construção de outras pedagogias nos contextos socioculturais das infâncias, mas também caminhos para sua integração nos processos de investigação, promovendo e viabilizando o protagonismo das crianças na produção de conhecimentos.
As regras completas de submissão e o modelo (template) desta modalidade serão disponibilizados aqui assim que publicados.